A vereadora do Recife, Liana Cirne (PT), protocolou no último domingo (16) uma notificação ao Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O documento foi distribuído para o gabinete do ministro Alexandre de Moraes e aponta que Bolsonaro utilizou suas redes sociais para convocar atos a favor da anistia dos envolvidos nos ataques golpistas de 8 de janeiro.
Segundo a vereadora, as postagens do ex-presidente em sua conta no Instagram, que possui mais de 26,3 milhões de seguidores, configuram uma “tentativa inconteste de delito de obstrução da justiça e incitação a novos atos que comprometam a ordem pública e a estabilidade democrática, bem como coação no curso do processo”. O pedido reforça que o ex-mandatário segue atuando para mobilizar apoiadores em defesa daqueles que foram responsabilizados pelos atos antidemocráticos contra as instituições brasileiras.
Liana Cirne também solicitou a intimação da Procuradoria-Geral da República (PGR) para se manifestar sobre a possível prática dos crimes mencionados. Além disso, o documento requer a adoção de medidas cautelares para restringir novas convocações que possam incitar manifestações contrárias ao regime democrático e ao andamento das investigações sobre o caso.
A ação da vereadora se soma a outras iniciativas que buscam responsabilizar figuras públicas por discursos e ações que atentam contra a democracia. O pedido agora aguarda a avaliação do ministro Alexandre de Moraes, que já conduz outras investigações relacionadas ao ex-presidente e seus aliados.
A vereadora do Recife, Liana Cirne (PT), protocolou no último domingo (16) uma notificação ao Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O documento foi distribuído para o gabinete do ministro Alexandre de Moraes e aponta que Bolsonaro utilizou suas redes sociais para convocar atos a favor da anistia dos envolvidos nos ataques golpistas de 8 de janeiro.
Segundo a vereadora, as postagens do ex-presidente em sua conta no Instagram, que possui mais de 26,3 milhões de seguidores, configuram uma “tentativa inconteste de delito de obstrução da justiça e incitação a novos atos que comprometam a ordem pública e a estabilidade democrática, bem como coação no curso do processo”. O pedido reforça que o ex-mandatário segue atuando para mobilizar apoiadores em defesa daqueles que foram responsabilizados pelos atos antidemocráticos contra as instituições brasileiras.
Liana Cirne também solicitou a intimação da Procuradoria-Geral da República (PGR) para se manifestar sobre a possível prática dos crimes mencionados. Além disso, o documento requer a adoção de medidas cautelares para restringir novas convocações que possam incitar manifestações contrárias ao regime democrático e ao andamento das investigações sobre o caso.
A ação da vereadora se soma a outras iniciativas que buscam responsabilizar figuras públicas por discursos e ações que atentam contra a democracia. O pedido agora aguarda a avaliação do ministro Alexandre de Moraes, que já conduz outras investigações relacionadas ao ex-presidente e seus aliados.