Os empreendedores do Food Park Goiana, que funciona há três anos no Pátio da Misericórdia, relatam que enfrentam desafios constantes para manter o espaço organizado e seguro tanto para trabalhadores quanto para clientes. Desde a criação do projeto, dificuldades como a falta de estacionamento adequado para os food trucks, ausência de fechamento das vias durante o funcionamento e questões de segurança pública têm sido pontos de atenção.
De acordo com os trabalhadores, ao longo dos anos foram realizadas diversas reuniões com a Prefeitura, Agência de Desenvolvimento de Goiana, Sestran e outros órgãos, buscando soluções que garantissem a permanência dos trailers no local e o funcionamento seguro do Food Park. Inicialmente, a liberação foi concedida para os dias de sexta a domingo, o que já representava um avanço, embora ainda não fosse o ideal para os empreendedores.
Em gestões anteriores, o fechamento parcial do espaço chegou a ser realizado, apesar de motos e bicicletas ainda circularem durante o horário de funcionamento. Posteriormente, na gestão interina de Eduardo Batista, os trailers passaram a permanecer em cima do Pátio da Misericórdia, o que, segundo os relatos, trouxe mais segurança para quem trabalhava e também para os clientes, sem gerar transtornos ao comércio ou ao trânsito local. Na época, o formato foi bem avaliado pela população que frequentava o Food Park.
Atualmente, os empreendedores aguardam novas reuniões para definição do espaço de atuação. As vias não estão mais sendo fechadas como antes, e eles afirmam que permanecem em busca de alternativas que permitam organizar o local de forma a garantir segurança, conforto e viabilidade para os negócios.
Segundo os relatos, a Agência de Desenvolvimento de Goiana é o órgão responsável pela organização do Food Park, e os empreendedores destacam que continuam apresentando pautas de melhorias com o objetivo de fortalecer a economia local e oferecer mais qualidade ao público que prestigia o espaço gastronômico da cidade.
