Chegou aos cinemas nesta quinta-feira (16) o thriller de ação Rio de Sangue, marcando uma virada na carreira de Giovanna Antonelli. Conhecida por personagens marcantes da televisão, como a icônica Jade de O Clone, a atriz agora mergulha em um papel carregado de tensão, violência e profundidade emocional.
Sob direção de Gustavo Bonafé, o longa apresenta Antonelli como a policial Patrícia Trindade, uma profissional experiente que vê sua vida desmoronar após uma operação malsucedida. Jurada de morte por narcotraficantes, ela é obrigada a se afastar da corporação, iniciando uma jornada que mistura redenção, sobrevivência e laços familiares.
É nesse contexto que a personagem reencontra a filha, Luiza, interpretada por Alice Wegmann, uma médica dedicada que atua em missões de assistência em regiões remotas da Amazônia. Vivendo em Santarém, Luiza se envolve em uma expedição humanitária no Alto Tapajós, onde leva cuidados de saúde a comunidades indígenas — até desaparecer após ser sequestrada por garimpeiros.
A partir daí, o filme ganha ritmo acelerado e mergulha em sequências intensas, com perseguições, confrontos armados e cenas de alta carga dramática. Patrícia, mesmo afastada, é forçada a retomar seus instintos policiais para enfrentar um cenário hostil e resgatar a filha, em uma trama que mistura ação e crítica social.
“Rio de Sangue” aposta em um enredo tenso e atual, explorando conflitos na região amazônica e destacando temas como violência, exploração ilegal e abandono de populações vulneráveis. Para Giovanna Antonelli, o papel representa não apenas um desafio físico, mas também uma ruptura com a imagem construída ao longo dos anos — e pode marcar uma nova fase em sua trajetória artística.
