O ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta (DEM) é um dos nomes em jogo para ser vice-presidente na chapa de Sérgio Moro (Podemos).
Ao que tudo indica, a aliança entre União Brasil e Podemos lançará o nome que acompanhará o ex-juiz na corrida para a presidência da República de 2022.
Em entrevista ao Correio, Mandetta afirmou que a definição da chapa depende da escolha do presidenciável, que ainda não foi determinada por uma coalizão de partidos de centro-direita. O ex-parlamentar destacou também que é preciso analisar qual o “melhor nome”, “que ajuda a prosperar” em uma chapa presidencial.
Ao ser questionado se a coalizão seria semelhante à federação que está sendo montada por partidos de esquerda – encabeçada pelo PT – , o ex-ministro afirmou que é difícil, haja visto que a proposta esquerdista “é um arranjo muito maior e permanece por quatro anos”. Na última quarta (8/12), os presidentes do Podemos, Renata Abreu, e do União Brasil – fruto da fusão DEM e PSL – Antônio de Rueda, começaram a acertar a parceria entre os partidos. Mandetta confirmou ao Correio que o diálogo entre as duas legendas está avançado e seu nome está posto assim como o de outros.
ACM Neto e Luciano Bivar também têm nomes fortes para a chapa. Uma mulher, que ainda se filiará ao Podemos, ou alguém do mercado financeiro também são cogitados para compor a aliança. O próprio político enxerga o fato de não ter podido conduzir o enfrentamento ao coronavírus como um ponto positivo.
O ex-parlamentar destaca o fato de haver “um enorme número de pessoas que votaram no Bolsonaro e estão decepcionadas”, como também uma parcela do eleitorado que não vai escolher o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Questionado se voltaria ao Congresso Nacional, onde cumpriu dois mandatos como deputado federal, Mandetta afirmou que ainda não refletiu sobre a questão e dependerá de definições de seu estado, Mato Grosso do Sul.
Radar Político365 com informações do DiárioPE
