A divulgação da nova pesquisa Genial/Quaest, nesta quinta-feira (13), provocou forte reação no meio político. O levantamento mostrou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) enfrenta rejeição de 53% dos entrevistados, número que voltou a alimentar discussões sobre o cenário eleitoral e o futuro da disputa presidencial.
Entre as vozes que repercutiram os dados está a do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Em publicação nas redes sociais, o parlamentar afirmou que seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), “só não será presidente se não deixarem o povo escolher livremente”. A declaração faz referência direta à inelegibilidade do ex-chefe do Executivo, imposta pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que o impede de disputar eleições pelos próximos oito anos, contados a partir de 2022.
Flávio reforçou que, mesmo fora das urnas, Bolsonaro segue como uma das figuras mais influentes do país. A pesquisa também apontou que, embora Lula tenha rejeição elevada, nomes como o ex-governador Ciro Gomes (PSDB) e integrantes da própria família Bolsonaro registram índices ainda maiores, revelando um ambiente político polarizado e marcado por forte resistência a todas as principais lideranças nacionais.
Com o avanço das discussões e a proximidade de um novo ciclo eleitoral, declarações como a de Flávio Bolsonaro intensificam o debate sobre participação política, limites judiciais e a disputa pela opinião pública — fatores que prometem manter o clima de tensão no cenário político brasileiro.
Flávio Bolsonaro Foto: Andressa Anholete/Agência Senado
