O governo dos Estados Unidos, sob a presidência de Donald Trump, anunciou nesta quinta-feira (3) novas sanções contra integrantes do regime cubano. Entre os alvos está Fidel Ernesto Castro Calis, neto do ex-ditador Raúl Castro.
Além dele, Washington também incluiu o Banco Exterior de Cuba, instituição financeira estatal especializada em operações de comércio exterior e transações internacionais, na lista de entidades submetidas às medidas.
O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, afirmou que as novas designações refletem a posição do governo Trump em favor de uma “Cuba livre”.
Fidel Ernesto Castro Calis é filho de Alejandro Castro Espín, filho de Raúl Castro e diretor de Inteligência de Cuba. Alejandro também foi alvo de sanções impostas anteriormente pelo governo norte-americano.
As medidas atingiram ainda empresas do setor de energia, acusadas pelo governo dos Estados Unidos de explorar o segmento em benefício do regime cubano.
Na prática, as sanções estabelecem restrições a transações financeiras e comerciais com as pessoas e instituições designadas. Além disso, ativos que estejam sob jurisdição norte-americana ficam bloqueados.
As novas medidas fazem parte da estratégia de pressão adotada pela administração Trump contra o governo cubano, com o objetivo declarado de provocar mudanças econômicas e políticas na ilha.
Nos últimos meses, os Estados Unidos também sancionaram autoridades cubanas, incluindo o presidente Miguel Díaz-Canel, além de outros integrantes da família Castro.
A ofensiva ocorre em meio ao agravamento da crise econômica cubana e ao endurecimento da política de Washington em relação a Havana. Segundo a publicação, o governo Trump também adotou medidas contra o setor petrolífero de Cuba e já ameaçou, em diferentes ocasiões, assumir o controle do país.
*Com informações da Agência EFE



